Quarta-feira passada conheci uma figura bem esquisita e, é claro, critiquie-a antes de parar para pensar.
Ele é um médico que está realizando um projeto em escolas municipais com o intuito de identificar crianças e adolescentes com riscos de ter doenças como hipertensão ou diabetes. Nesse dia, tive a oportunidade de ir com ele a uma dessas escolas para passar um questionário às crianças, medi-las, pesá-las e aferir sua pressão.
Durante a manhã toda que ficamos lá, o cara se mostrou extremamente arrogante, um tanto grosso com o pessoal que o estava ajudando e, pior, estúpido com os alunos que participavam do projeto.
Tudo bem que o doutor teve boas intenções (só parei para pensar por causa disso) ao fazer esse projeto e colocá-lo em prática mas considero que isso não é o suficiente. O que adianta ele querer fazer um bem se abusa de sua arrogância maltratando quem o auxilia e as pessoas a quem quer ajudar?
Se continuar assim, ele nunca vai conseguir concluir esse projeto de maneira satisfatória porque não encontrará parceiros, não terá credibilidade nem respeito das crianças e dos adolescentes.
Na minha opinião, isso é burrice.
setembro 02, 2003
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